
Foi o tempo que perdi que me fez enxergar o quanto valeu a pena. Essa coisa de amar e ser amado vai muito mais além.
Tenho vivido em tempos de equilíbrio e procura desesperada por paz. (como se a gente pudesse tocá-la e abraçá-la literalmente.) Eu tenho aprendido muito. Todos os dias tenho vivido diferentemente, com mudanças, sonhos, metas. Agora, se eu pudesse me definir, diria que eu sou aquele clichê buscando o meu próprio equilíbrio e espaço no mundo e na vida de quem eu amo.
Tenho pisado em chãos que nunca pisei e conhecido sensações que nunca imaginei sentir. É como se a vida de repente tivesse aberto uma porta e eu a cruzasse com confiança e fé no que pode acontecer.
Quero muito atravessar esse ano completa e plena, esquecendo de mim mesma para me encontrar.
Fica aqui o agradecimento.
Vida, obrigada por tudo.
Se ter paz é não ter problemas, mas se são os problemas que nos motivam a nos mexer e a evoluir, a paz seria a estagnação?
ResponderExcluirTalvez a percepção de uma forma mais detalhista e espiritualista das coisas nos leve não a enxergar os problemas como algo paralizante, mas como algo motivador e combustível de ascenção e aprendizado.
Ou talvez eu deva estar dizendo bobagens! ;)