17/05/2010

Heartbeat














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Há tanto a dizer.
Eu de repente sei porque deveria querer a minha alma na tua cama.
São nossos os extremos que eu mais gosto de ter; a lucidez e a loucura.
Só fico feliz no sol e eu sinto com medo: você é o meu sol. Não como o clichê iluminado, mas como o quente e claro existente que me faz enxergar melhor. Me aquece, me mima, me deixa como uma louca que tem que correr riscos porque já se deixou cativar.
Eu escrevo como quem quer gritar: eu amo. Não feliz por completo porque isso não tem graça, mas feliz suficientemente a ponto de só precisar estar, ser, existir e sentir.
Amo você assim, sem pedir tanto, só um pouco de atenção, um pouco de alegria nos meus dias. Um pouco de você.
E você me ama sem pedir nada e as vezes nem eu acredito, nunca tive um amor assim. É como se fosse a primeira batida do coração, como se eu estivesse aprendendo e descobrindo agora um sentimento novo que me fizesse esquecer tudo o que eu já senti antes. Até quando pensei que amava muito e que isso mudaria pra sempre tudo o que eu era. Não, eu amo, eu permaneço na minha própria essência.
Não te prometo nada como eu prometi outras vezes, só quero continuar aqui constantemente amanhecendo. Sem obrigação de cumprir um 'pra sempre', sem saber se vai existir um fim ou não. Mas continua aqui por tempo indeterminado me fazendo esse bem. Você me deixa ser o que eu quero e eu quero ser lembrada como uma tatuagem, na sua péle, no seu peito, dentro do seu coração.

1 comentários:

  1. Que coisa mais liiinda, Kéu. :'/
    Até chorei aqui, meu.. É simples e é tão profundo ao mesmo tempo. Tá lindo demais. Parabéns e muuitas alegrias ainda virão com o seu namo *--* 'Tudibão', menina rara. Beeijão.

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